O consumo de repolho e de outras verduras da mesma família pode reduzir o risco de cancro de pulmão em 70 por cento das pessoas, indica um estudo da Agência Internacional para Investigação sobre o Cancro, publicado na revista científica ‘Lancet’.
De acordo com os investigadores, estas verduras – crucíferas -, já haviam sido associadas à redução dos índices da doença, embora ainda não houvesse razão aparente para o explicar. Agora, os cientistas envolvidos no estudo concluíram que comer verduras crucíferas pelo menos uma vez por semana reduz o risco de cancro em pessoas com versões inactivas de dois genes presentes em 70 por cento das pessoas. Segundo eles, os dois genes, o GSTM1 e o GSTT1, geralmente protegem o corpo de determinadas toxinas.
Verduras como repolho, brócolos e brotos de feijão são ricos em substâncias químicas chamadas isotiocianatos, tidos como protectores naturais contra o cancro do pulmão. Segundo os cientistas, geralmente os isotiocianatos são eliminados do organismo por enzimas protectoras produzidas pelos dois genes.
Os investigadores da Iarc em Lyon, França, examinaram 2.168 pessoas com cancro no pulmão e outras 2.168 saudáveis, da Polónia, Eslováquia, República Checa, Roménia, Rússia e Hungria, países onde estas verduras fazem parte da dieta básica. Os cientistas retiraram amostras de DNA e monitorizaram as suas dietas.
O efeito protector do gene não foi observado nas pessoas com versões activas dos dois genes.
Entre aqueles que tinham uma versão inactiva do GSTM1, no entanto, o consumo semanal dos vegetais aumentou a protecção contra a doença em 33 por cento.
Cerca de metade das pessoas tem essa forma de gene.
Nos participantes com uma versão inactiva do GSTT1, o aumento da protecção foi ainda maior – 37 por cento. Apenas um quinto dessas pessoas tem esse gene.
Em indivíduos com versões inactivas dos dois genes – situação que se aplica a 10 por cento da população – o efeito protector foi de 72 por cento.
De acordo com o cientistas Paul Brennan, “estas informações fornecem fortes provas de que um efeito protector substancial de verduras crucíferas sobre o cancro do pulmão”.
De acordo com os investigadores, estas verduras – crucíferas -, já haviam sido associadas à redução dos índices da doença, embora ainda não houvesse razão aparente para o explicar. Agora, os cientistas envolvidos no estudo concluíram que comer verduras crucíferas pelo menos uma vez por semana reduz o risco de cancro em pessoas com versões inactivas de dois genes presentes em 70 por cento das pessoas. Segundo eles, os dois genes, o GSTM1 e o GSTT1, geralmente protegem o corpo de determinadas toxinas.
Verduras como repolho, brócolos e brotos de feijão são ricos em substâncias químicas chamadas isotiocianatos, tidos como protectores naturais contra o cancro do pulmão. Segundo os cientistas, geralmente os isotiocianatos são eliminados do organismo por enzimas protectoras produzidas pelos dois genes.
Os investigadores da Iarc em Lyon, França, examinaram 2.168 pessoas com cancro no pulmão e outras 2.168 saudáveis, da Polónia, Eslováquia, República Checa, Roménia, Rússia e Hungria, países onde estas verduras fazem parte da dieta básica. Os cientistas retiraram amostras de DNA e monitorizaram as suas dietas.
O efeito protector do gene não foi observado nas pessoas com versões activas dos dois genes.
Entre aqueles que tinham uma versão inactiva do GSTM1, no entanto, o consumo semanal dos vegetais aumentou a protecção contra a doença em 33 por cento.
Cerca de metade das pessoas tem essa forma de gene.
Nos participantes com uma versão inactiva do GSTT1, o aumento da protecção foi ainda maior – 37 por cento. Apenas um quinto dessas pessoas tem esse gene.
Em indivíduos com versões inactivas dos dois genes – situação que se aplica a 10 por cento da população – o efeito protector foi de 72 por cento.
De acordo com o cientistas Paul Brennan, “estas informações fornecem fortes provas de que um efeito protector substancial de verduras crucíferas sobre o cancro do pulmão”.
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