O Projecto “Vem Comigo” vai apoiar, na terceira fase, cidadãos que padecem de deficiência. O referido apoio vai revestir-se na constituição de micro-empresas de agricultura, artesanato, corte e costura, sapataria, serralharia, mecânica e recauchutagem.
O facto foi avançado, pelo presidente da Associação Nacional dos Deficientes de Angola (ANDA) e Coordenador do projecto “Vem Comigo”, Silva Neto Etiambulo.
Segundo Silva Neto Etiambulo, o projecto “Vem Comigo”, na sua primeira fase, apoiou mais de duas mil pessoas portadoras de deficiência. A segunda assistiu uma cifra de mil 480 portadores.
“Posso dizer que durante as duas fases anteriores, tivemos balanços bastante satisfatórios, conseguimos integrar um número considerável de portadores de deficiência no processo produtivo. Vamos entrar na terceira e a nossa meta, cujos objectivos é aumentar o número de deficientes em termos de apoio”, disse. De acordo com ele, o projecto vai levar a cabo actividades de sensibilização e consciencialização aos deficientes que consiste na mudança de comportamento e atitude.
“Gostaríamos alertar os empresários que não cumprem na íntegra o Decreto-Lei 21/82, que orienta que cada empresa deve reservar dois por cento para empregar deficientes que respeitem a Lei”, frisou.
De acordo com o Secretario do Fundo de Solidariedade Lwini, Alfredo Monteiro Ferreira Júnior, esta é uma fase derradeira. O órgão financiador do projecto, Mapess, através do Instituto Nacional de Segurança Social INSS, financia a terceira fase que visa fundamentalmente atingir as províncias que ficaram de fora nas fases anteriores, como Cabinda, Zaire, Kwanza-Norte e Lunda-Norte.
Jornalista: Manuela Gomes
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