21
Ago

Vítor Ramalho será o próximo presidente do INATEL, a convite de Vieira da Silva e do primeiro-ministro. Porém, presidir ao INATEL é incompatível com as funções de deputado no Parlamento, pelo que irá suspender o mandato.

"A actividade política exige uma aproximação crescente ao cidadão e o INATEL, enquanto fundação, passará a ter uma autonomia grande face ao poder executivo. Para quem sempre teve actividade política e reconhece a importância da cidadania, este convite é muito aliciante". Foi assim que Ramalho explicou uma das principais razões que o levaram a aceitar a presidência do INATEL.

Além disso, a esmagadora maioria dos filiados da fundação são trabalhadores ou reformados. "Todo o meu percurso teve que ver com o mundo do trabalho", explicou, lembrando os muitos anos em que foi advogado de vários sindicatos, após o 25 de Abril.

Quando entrar no INATEL, Ramalho terá que fazer um plano de actividades a três anos, mas já sabe o rumo a seguir: uma maior ligação ao mundo lusófono e, por cá, relações mais estreitas com autarquias e empresas.












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