'Ser fumador passivo não é um aborrecimento, é Mortal'.
Douglas Bettcher, OMS (2007)
A Organização Mundial de Saúde estima existirem em todo o mundo cerca de dois biliões de fumadores passivos, dos quais 700 milhões serão crianças.
O fumador passivo é aquele que inala involuntariamente o fumo de cigarro, cigarrilha ou cachimbo.
Tabagismo passivo é então por definição a exposição ao fumo do tabaco presente no ambiente (FTA). De acordo com a OMS (2007). Continua a ser responsável por uma enorme morbilidade e mortalidade em toda a União Europeia, acarretando elevadíssimos custos para todas as Nações.
Em 1993, a Agência de Protecção do Ambiente Americana, classificou o fumo de tabaco presente no ambiente como “…agente cancerígeno para o Homem”
Muitas das doenças provocadas pelo tabagismo activo (aquele que fuma) são também provocadas pelo tabagismo passivo, nomeadamente, o cancro do pulmão, doenças cardiovasculares e doenças infantis.
De acordo com Livro Verde, Por uma Europa sem Fumo: Opções Estratégicas a nível Comunitário (2007), “O tabagismo passivo é especialmente perigoso para recém-nascidos e crianças de tenra idade, estando associado à morte súbita do recém-nascido, à pneumonia, bronquite, asma e aos sintomas respiratórios, bem como às patologias do ouvido médio. A exposição das mulheres grávidas ao FTA pode ser uma causa de baixo peso do bebé à nascença. Morte fetal e parto prematuro.”
As crianças não se conseguem defender do fumo passivo e são afinal as principais prejudicadas do fumo passivo. A nível físico compromete a função respiratória e pulmonar, agravando as crises de asma, bronquite, faringites, gripes e pneumonias. Contribui também para um aumento de risco de cancro do pulmão.
As crianças, normalmente “vêm” nos pais, seus “protectores”, exemplos de vida que na maior parte dos casos, para o bem e/ou para o mal, acabam por seguir.
Um ambiente em casa de fumadores pode então constituir um incentivo ao hábito de fumar. Para além de todas as complicações cientificamente provadas sobre os problemas de saúde associados ao fumo passivo acresce o risco de filhos de pais fumadores de se tornarem fumadores activos no futuro.
Jornal “Diário dos Açores”, 31 de Maio de 2007
O tabaco fumado contém mais de 4000 substâncias químicas incluindo produtos tóxicos como o monóxido de carbono e mais de 40 substâncias cancerígenas.
O tabaco fumado presente na atmosfera tem duas fontes, o fumo do cigarro e o fumo exalado pelo fumador activo. A concentração inalada pelo fumador passivo é mais baixa do que a inalada pelo activo, mas o fumador passivo em muitos casos está exposto desde o nascimento e ao longo de todo o seu desenvolvimento e vida, não conseguindo “escapar” ao fumo do tabaco dos outros, no trabalho, em casa, nas suas actividades de lazer etc. (EU, “HELP” Campaign, 2006)
Gostaríamos aqui de deixar uma mensagem especial a todos os Pais e a todos os adultos que vivem e convivem com as crianças... porque, para além de tudo o resto elas não se conseguem defender… acreditam nos mais velhos… confiam que nada lhes poderá acontecer… quando estão sob protecção da família e muito especialmente dos seus Pais.
- Não permitam que se fume dentro de casa;
- Não permitam que as crianças, vossos filhos, sobrinhos, netos, brinquem e mexam em objectos associados ao tabaco tais como isqueiros, cinzeiros, maços de tabaco, etc;
Se os pais são fumadores, não fumem na presença das crianças, qualquer que seja o local, nem em casa, nem na rua;
Avisem os seus filhos sobre os malefícios do tabaco.
Enf. Paula Caetano
Mestre em Saúde Pública
Douglas Bettcher, OMS (2007)
A Organização Mundial de Saúde estima existirem em todo o mundo cerca de dois biliões de fumadores passivos, dos quais 700 milhões serão crianças.
O fumador passivo é aquele que inala involuntariamente o fumo de cigarro, cigarrilha ou cachimbo.
Tabagismo passivo é então por definição a exposição ao fumo do tabaco presente no ambiente (FTA). De acordo com a OMS (2007). Continua a ser responsável por uma enorme morbilidade e mortalidade em toda a União Europeia, acarretando elevadíssimos custos para todas as Nações.
Em 1993, a Agência de Protecção do Ambiente Americana, classificou o fumo de tabaco presente no ambiente como “…agente cancerígeno para o Homem”
Muitas das doenças provocadas pelo tabagismo activo (aquele que fuma) são também provocadas pelo tabagismo passivo, nomeadamente, o cancro do pulmão, doenças cardiovasculares e doenças infantis.
De acordo com Livro Verde, Por uma Europa sem Fumo: Opções Estratégicas a nível Comunitário (2007), “O tabagismo passivo é especialmente perigoso para recém-nascidos e crianças de tenra idade, estando associado à morte súbita do recém-nascido, à pneumonia, bronquite, asma e aos sintomas respiratórios, bem como às patologias do ouvido médio. A exposição das mulheres grávidas ao FTA pode ser uma causa de baixo peso do bebé à nascença. Morte fetal e parto prematuro.”
As crianças não se conseguem defender do fumo passivo e são afinal as principais prejudicadas do fumo passivo. A nível físico compromete a função respiratória e pulmonar, agravando as crises de asma, bronquite, faringites, gripes e pneumonias. Contribui também para um aumento de risco de cancro do pulmão.
As crianças, normalmente “vêm” nos pais, seus “protectores”, exemplos de vida que na maior parte dos casos, para o bem e/ou para o mal, acabam por seguir.
Um ambiente em casa de fumadores pode então constituir um incentivo ao hábito de fumar. Para além de todas as complicações cientificamente provadas sobre os problemas de saúde associados ao fumo passivo acresce o risco de filhos de pais fumadores de se tornarem fumadores activos no futuro.
Jornal “Diário dos Açores”, 31 de Maio de 2007
O tabaco fumado contém mais de 4000 substâncias químicas incluindo produtos tóxicos como o monóxido de carbono e mais de 40 substâncias cancerígenas.
O tabaco fumado presente na atmosfera tem duas fontes, o fumo do cigarro e o fumo exalado pelo fumador activo. A concentração inalada pelo fumador passivo é mais baixa do que a inalada pelo activo, mas o fumador passivo em muitos casos está exposto desde o nascimento e ao longo de todo o seu desenvolvimento e vida, não conseguindo “escapar” ao fumo do tabaco dos outros, no trabalho, em casa, nas suas actividades de lazer etc. (EU, “HELP” Campaign, 2006)
Gostaríamos aqui de deixar uma mensagem especial a todos os Pais e a todos os adultos que vivem e convivem com as crianças... porque, para além de tudo o resto elas não se conseguem defender… acreditam nos mais velhos… confiam que nada lhes poderá acontecer… quando estão sob protecção da família e muito especialmente dos seus Pais.
- Não permitam que se fume dentro de casa;
- Não permitam que as crianças, vossos filhos, sobrinhos, netos, brinquem e mexam em objectos associados ao tabaco tais como isqueiros, cinzeiros, maços de tabaco, etc;
Se os pais são fumadores, não fumem na presença das crianças, qualquer que seja o local, nem em casa, nem na rua;
Avisem os seus filhos sobre os malefícios do tabaco.
Enf. Paula Caetano
Mestre em Saúde Pública
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