Investigadores identificaram uma molécula que poderá ser usada para tratar a deficiência mental em pessoas com a síndrome de Down. De acordo com uma equipa de cientistas do Instituto de Psiquiatria do King’s College, em Londres, as pessoas com a síndrome de Down têm níveis mais elevados da molécula mioinositol no cérebro, estando os níveis mais altos desta molécula associados com a redução da capacidade intelectual.
O estudo, publicado na revista científica ‘Archives of General Psychiatry’, refere ainda as suspeitas dos cientistas de que os níveis elevados de mioinositol poderem predispor as pessoas com síndrome de Down a desenvolver sintomas da doença de Alzheimer. Segundo os investigadores, a molécula é conhecida por promover a formação das placas amilóide, uma característica da doença de Alzheimer, sendo que ao completar os 40 anos de idade, quase todas as pessoas com a síndrome de Down apresentam as características da doença de Alzheimer, embora nem todos desenvolvam demência.
“Neste estudo, mostramos que os adultos com a síndrome de Down possuem uma concentração significativamente mais elevada de mioinositol na região do hipocampo dos seus cérebros, estando este aumento associado a uma reduzida capacidade cognitiva”, disse o líder da investigação, Declan Murphy, acrescentando que agora os novos estudos seguem na direcção de verificar se é possível reduzir a concentração de mioinositol nos cérebros de pessoas com a síndrome de Down.
A síndrome de Down é a causa genética mais comum de deficiência mental, e ocorre quando uma criança possui três cópias do cromossoma 21, mais que as duas usuais. Estudos recentes mostraram que um dos genes no cromossoma 21 controla a produção de uma proteína que bombeia a molécula mioinositol dentro do cérebro.
Os elevados níveis de mioinositol nos cérebros destas pessoas podem ser explicados pelo facto de terem uma cópia extra do gene responsável por esse bombeamento.
O estudo, publicado na revista científica ‘Archives of General Psychiatry’, refere ainda as suspeitas dos cientistas de que os níveis elevados de mioinositol poderem predispor as pessoas com síndrome de Down a desenvolver sintomas da doença de Alzheimer. Segundo os investigadores, a molécula é conhecida por promover a formação das placas amilóide, uma característica da doença de Alzheimer, sendo que ao completar os 40 anos de idade, quase todas as pessoas com a síndrome de Down apresentam as características da doença de Alzheimer, embora nem todos desenvolvam demência.
“Neste estudo, mostramos que os adultos com a síndrome de Down possuem uma concentração significativamente mais elevada de mioinositol na região do hipocampo dos seus cérebros, estando este aumento associado a uma reduzida capacidade cognitiva”, disse o líder da investigação, Declan Murphy, acrescentando que agora os novos estudos seguem na direcção de verificar se é possível reduzir a concentração de mioinositol nos cérebros de pessoas com a síndrome de Down.
A síndrome de Down é a causa genética mais comum de deficiência mental, e ocorre quando uma criança possui três cópias do cromossoma 21, mais que as duas usuais. Estudos recentes mostraram que um dos genes no cromossoma 21 controla a produção de uma proteína que bombeia a molécula mioinositol dentro do cérebro.
Os elevados níveis de mioinositol nos cérebros destas pessoas podem ser explicados pelo facto de terem uma cópia extra do gene responsável por esse bombeamento.
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