Novo estudo nega curas para ressaca
Um novo estudo sugere que nenhuma das populares curas para a ressaca funciona realmente, sendo o melhor remédio não beber. A notícia vem em má altura, já que nos encontramos em época festiva, muito propícia a exageros.
De acordo com os autores do estudo, publicado na última edição do ‘British Medical Journal’, “não existe nenhuma evidência a sugerir que qualquer intervenção convencional ou complementar é eficiente para o tratamento ou prevenção da ressaca”.
Existem várias curas populares como as bananas, carvão activado, paracetamol e água, ovos, chá verde, repolho, batidos de leite e até mesmo mais álcool, mas segundo os cientistas, todas elas são em vão. Também na literatura médica se encontram disponíveis 15 testes de curas para a ressaca, desde uma droga anti-hipertensiva até um remédio à base de alcachofra. Mais uma vez, os investigadores referem a sua ineficácia, tudo devido à falta de conhecimento sobre o efeito do álcool no organismo. Segundo o coordenador da pesquisa, Edzard Ernst, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, “não entendemos o mecanismo”.
Um novo estudo sugere que nenhuma das populares curas para a ressaca funciona realmente, sendo o melhor remédio não beber. A notícia vem em má altura, já que nos encontramos em época festiva, muito propícia a exageros.
De acordo com os autores do estudo, publicado na última edição do ‘British Medical Journal’, “não existe nenhuma evidência a sugerir que qualquer intervenção convencional ou complementar é eficiente para o tratamento ou prevenção da ressaca”.
Existem várias curas populares como as bananas, carvão activado, paracetamol e água, ovos, chá verde, repolho, batidos de leite e até mesmo mais álcool, mas segundo os cientistas, todas elas são em vão. Também na literatura médica se encontram disponíveis 15 testes de curas para a ressaca, desde uma droga anti-hipertensiva até um remédio à base de alcachofra. Mais uma vez, os investigadores referem a sua ineficácia, tudo devido à falta de conhecimento sobre o efeito do álcool no organismo. Segundo o coordenador da pesquisa, Edzard Ernst, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, “não entendemos o mecanismo”.
Esta notícia já foi consultada 2349 vezes






