“Segurança pública no Brasil — um campo de desafios”, este é o tema da 1ª Conferência Nacional sobre a questão. O evento ocorrerá de 27 a 30 de agosto. Antes disso, serão realizadas conferências livres em várias partes do País. Em Fortaleza, representantes de pessoas com deficiência participaram, na tarde de ontem, 3ª.feira (28/07), em debates, sobre dois eixos: valorização profissional e prevenção social de crimes e de violências. As discussões aconteceram no auditório do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), na Avenida Luciano Carneiro.
O coordenador da conferência livre, Daniel Melo de Cordeiro, explica que a partir das discussões, um relatório será enviado para o Ministério da Justiça, promotor do evento nacional. “Estaremos enviando nossas questões e reivindicações sobre o tema principal. Fortaleza possui 320 mil pessoas com algum tipo de deficiência e que precisam ser ouvidas e levadas em conta”, disse.
Salienta que a própria Polícia tem que saber lidar com as pessoas com deficiência para não causar constrangimentos ou equívocos. “Na hora de abordar um surdo, por exemplo, para não achar que ele é bandido só porque não responde às perguntas. O mesmo vale para uma pessoa com deficiência intelectual”.
A coordenadora de políticas públicas para pessoas com deficiência, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Nádia de Pinho Pessoa, destaca a realização do evento e lembra que a violência é cada vez mais grave no quotidiano de todos.
O coordenador da conferência livre, Daniel Melo de Cordeiro, explica que a partir das discussões, um relatório será enviado para o Ministério da Justiça, promotor do evento nacional. “Estaremos enviando nossas questões e reivindicações sobre o tema principal. Fortaleza possui 320 mil pessoas com algum tipo de deficiência e que precisam ser ouvidas e levadas em conta”, disse.
Salienta que a própria Polícia tem que saber lidar com as pessoas com deficiência para não causar constrangimentos ou equívocos. “Na hora de abordar um surdo, por exemplo, para não achar que ele é bandido só porque não responde às perguntas. O mesmo vale para uma pessoa com deficiência intelectual”.
A coordenadora de políticas públicas para pessoas com deficiência, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Nádia de Pinho Pessoa, destaca a realização do evento e lembra que a violência é cada vez mais grave no quotidiano de todos.
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