22
Fev
 
Crianças diferentes - Um grito de alerta para acabar com a discriminação
 
Texto: Cláudia Pinto


As crianças deficientes não serão apenas diferentes? O lema “todos diferentes, todos iguais” não deveria ser respeitado por todos os cidadãos?

Laurinda, Sandra, Carla, Diogo, Paula e Marco… Nomes simples mas que carregam consigo uma história única de vida! Existências diferentes, nada semelhantes à primeira vista, mas que se cruzam num denominador comum: a discriminação social.


Laurinda Mota tem 41 anos e é mãe de Sandra. Ambas são portadoras de nanismo.

Com sete irmãos, Laurinda é diferente de todos eles. Com apenas 1,15 m, a vida nunca lhe foi facilitada.
Aprendeu a desenvencilhar-se sozinha e a enfrentar os dias com um sorriso e determinação depois de anos de tristeza e revolta por ter “nascido assim”. Viveu em Penafiel durante 14 anos, altura em que foi para um colégio de freiras onde se manteve doze anos. “Nos primeiros três, a opção foi do meu pai mas depois mantive-me lá porque me sentia mais protegida da realidade cá fora. Naquela altura era incompreendido o facto de ser pequenina e eu queria fugir dos preconceitos”. Laurinda sentia-se bem naquele ambiente onde a apoiavam e não a olhavam de lado nem teciam comentários negativos sobre a sua condição física.
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