
Engenheiros da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, modificaram uma PlayStation 3 para ajudar adolescentes com paralisia cerebral a melhorar os movimentos da mão.
O sistema é uma mistura de consola de PlayStation com uma luva para videojogos, um sistema operacional e jogos desenvolvidos sob medida, com várias séries de exercícios, para melhorar a velocidade da mão e o alcance dos dedos.
Cada videojogo foi conectado à internet, para que os investigadores pudessem acompanhar os exercícios dos participantes e avaliar a sua eficiência.
O sistema é um exemplo tanto de reabilitação visual, em que os pacientes interagem com ambientes visuais gerados por computador para fazer os exercícios, como de tele-reabilitação, em que realizam exercícios supervisionados por fisioterapeutas físicos ou terapeutas ocupacionais, explicou Grigore Burdea, professor de engenharia eléctrica e informática e director do instituto.
- Além de atrair o interesse dos adolescentes, o nosso videojogo torna mais fácil a realização dos exercícios.
Os investigadores acompanharam o estudo, em que os participantes exercitaram a sua mão afectada durante 30 minutos por dia, cinco dias por semana, usando jogos criados pelos engenheiros da Rutgers.
Os jogos foram ajustados para uma melhor funcionalidade da mão de cada adolescente. Uma imagem no ecrã, que mostra a mão fazendo movimentos normais, orientou cada adolescente nos seus exercícios.
Depois de três meses de terapia, dois participantes que não conseguiam levantar objectos pesados e grandes foram bem-sucedidos.
Os participantes tiveram melhoras significativas em tarefas como escovar os dentes, pôr champoo no cabelo, vestir a roupa e ao usar uma colher. Depois de dez meses, um deles já era capaz de abrir uma porta pesada.
Os investigadores dizem que videojogos modificados podem ser usados para a reabilitação de diversas doenças - por serem divertidos, os jogos motivam mais as pessoas a fazer os exercícios, em comparação com terapias tradicionais.
O sistema é uma mistura de consola de PlayStation com uma luva para videojogos, um sistema operacional e jogos desenvolvidos sob medida, com várias séries de exercícios, para melhorar a velocidade da mão e o alcance dos dedos.
Cada videojogo foi conectado à internet, para que os investigadores pudessem acompanhar os exercícios dos participantes e avaliar a sua eficiência.
O sistema é um exemplo tanto de reabilitação visual, em que os pacientes interagem com ambientes visuais gerados por computador para fazer os exercícios, como de tele-reabilitação, em que realizam exercícios supervisionados por fisioterapeutas físicos ou terapeutas ocupacionais, explicou Grigore Burdea, professor de engenharia eléctrica e informática e director do instituto.
- Além de atrair o interesse dos adolescentes, o nosso videojogo torna mais fácil a realização dos exercícios.
Os investigadores acompanharam o estudo, em que os participantes exercitaram a sua mão afectada durante 30 minutos por dia, cinco dias por semana, usando jogos criados pelos engenheiros da Rutgers.
Os jogos foram ajustados para uma melhor funcionalidade da mão de cada adolescente. Uma imagem no ecrã, que mostra a mão fazendo movimentos normais, orientou cada adolescente nos seus exercícios.
Depois de três meses de terapia, dois participantes que não conseguiam levantar objectos pesados e grandes foram bem-sucedidos.
Os participantes tiveram melhoras significativas em tarefas como escovar os dentes, pôr champoo no cabelo, vestir a roupa e ao usar uma colher. Depois de dez meses, um deles já era capaz de abrir uma porta pesada.
Os investigadores dizem que videojogos modificados podem ser usados para a reabilitação de diversas doenças - por serem divertidos, os jogos motivam mais as pessoas a fazer os exercícios, em comparação com terapias tradicionais.
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