21
Out
Um estudo realizado no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo indica que o lítio, uma substância barata, livre de patente e produzida em larga escala no Brasil, pode ajudar a proteger contra doença de Alzheimer.

De acordo com os investigadores, entre 66 pacientes idosos que tomavam lítio para controlo de uma outra doença mental – transtorno bipolar –, há seis anos, só 4,5 por cento desenvolveram Alzheimer, sendo que entre os que não usavam, 33 por cento passaram a sofrer da doença.

Já outros estudos, realizados nos últimos anos, indicavam que o lítio poderia combater processos causadores de Alzheimer, por inibir a enzima GSK3, causa importante das lesões características daquela doença.

Outros estudos indicam ainda que existe uma menor incidência de internamentos psiquiátricas em populações que consomem água que naturalmente contém lítio, embora, segundo os especialistas, ainda sejam necessários mais estudos.

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