[B]Natação[/B].
O nadador português David Grachat (S9) terminou hoje na sexta posição a final dos 100 metros livres dos Jogos Paralímpicos Pequim2008, prova na qual voltou a melhorar o recorde nacional, estabelecido na eliminatória da manhã.
Numa prova em que o australiano Matthew Cowdrey nadou para o ouro e para recorde do Mundo (55,30 segundos), Grachat conseguiu o tempo de 57,55, melhorando os 57,93 da eliminatória.
Na final dos 50 metros costas, Nelson Lopes (S4) foi oitavo, com o tempo de 53,38, abaixo dos 52,74 com que se qualificou nas eliminatórias da manhã.
[B]Boccia[/B]
Os atletas portugueses João Paulo Fernandes e António Marques (BC1) e Mário Peixoto (BC3) garantiram hoje presença nas meias-finais do torneio de boccia dos Jogos Paralímpicos Pequim2008.
Nos quartos-de-final, que decorreram durante a manhã, participaram sete dos nove atletas da equipa portuguesa, dos quais três vão disputar terça-feira as meias-finais.
No BC3 assistiu-se nos quartos-de-final a um duelo entre portugueses, com Mário Peixoto a eliminar Armando Costa.
A seleccionadora nacional de boccia, Helena Bastos, faz um balanço positivo do dia e lembra que os atletas que já foram afastados do torneio individual vão ainda participar nas provas de pares e equipas.
“Tivemos nove atletas nas poules e sete passaram aos quartos-de-final. Agora temos três nas meias-finais. Foi bom, mas queremos sempre mais”, disse a seleccionadora, referindo que até ao momento “Portugal está a ter prestações bastante semelhantes aos Jogos Atenas2004”, nos quais conquistou seis medalhas.
Helena Bastos referiu ainda que os asiáticos, que têm evoluído muito na modalidade, “estão fortíssimos e têm sido os ‘carrascos’ de quase toda a gente”.
A seleccionadora nacional referiu que os atletas eliminados “estão, naturalmente, um pouco tristes, mas sabem que ainda vão ter hipótese de competir nas provas de pares e equipas”.
O torneio individual de boccia termina terça-feira, seguindo-se depois as provas de pares e equipas.
O boccia é uma modalidade exclusiva para atletas com deficiência - paralisia cerebral ou doenças neuro-musculares - e consiste em lançar pequenas bolas de pele para o mais próximo possível da bola alvo.
Para os atletas com maior grau de deficiência é utilizada uma calha.
As classes desportivas dos Jogos integram letras referentes à modalidade, que, no caso do Boccia, é “B” e um número, que revela o grau de deficiência. Os valores mais baixos dizem respeito a graus mais severos de deficiência.
Jornalista: Alexandra Oliveira
Lusa
O nadador português David Grachat (S9) terminou hoje na sexta posição a final dos 100 metros livres dos Jogos Paralímpicos Pequim2008, prova na qual voltou a melhorar o recorde nacional, estabelecido na eliminatória da manhã.
Numa prova em que o australiano Matthew Cowdrey nadou para o ouro e para recorde do Mundo (55,30 segundos), Grachat conseguiu o tempo de 57,55, melhorando os 57,93 da eliminatória.
Na final dos 50 metros costas, Nelson Lopes (S4) foi oitavo, com o tempo de 53,38, abaixo dos 52,74 com que se qualificou nas eliminatórias da manhã.
[B]Boccia[/B]
Os atletas portugueses João Paulo Fernandes e António Marques (BC1) e Mário Peixoto (BC3) garantiram hoje presença nas meias-finais do torneio de boccia dos Jogos Paralímpicos Pequim2008.
Nos quartos-de-final, que decorreram durante a manhã, participaram sete dos nove atletas da equipa portuguesa, dos quais três vão disputar terça-feira as meias-finais.
No BC3 assistiu-se nos quartos-de-final a um duelo entre portugueses, com Mário Peixoto a eliminar Armando Costa.
A seleccionadora nacional de boccia, Helena Bastos, faz um balanço positivo do dia e lembra que os atletas que já foram afastados do torneio individual vão ainda participar nas provas de pares e equipas.
“Tivemos nove atletas nas poules e sete passaram aos quartos-de-final. Agora temos três nas meias-finais. Foi bom, mas queremos sempre mais”, disse a seleccionadora, referindo que até ao momento “Portugal está a ter prestações bastante semelhantes aos Jogos Atenas2004”, nos quais conquistou seis medalhas.
Helena Bastos referiu ainda que os asiáticos, que têm evoluído muito na modalidade, “estão fortíssimos e têm sido os ‘carrascos’ de quase toda a gente”.
A seleccionadora nacional referiu que os atletas eliminados “estão, naturalmente, um pouco tristes, mas sabem que ainda vão ter hipótese de competir nas provas de pares e equipas”.
O torneio individual de boccia termina terça-feira, seguindo-se depois as provas de pares e equipas.
O boccia é uma modalidade exclusiva para atletas com deficiência - paralisia cerebral ou doenças neuro-musculares - e consiste em lançar pequenas bolas de pele para o mais próximo possível da bola alvo.
Para os atletas com maior grau de deficiência é utilizada uma calha.
As classes desportivas dos Jogos integram letras referentes à modalidade, que, no caso do Boccia, é “B” e um número, que revela o grau de deficiência. Os valores mais baixos dizem respeito a graus mais severos de deficiência.
Jornalista: Alexandra Oliveira
Lusa
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