08-09-2005 9:51:00. Fonte LUSA. Notícia SIR-7301429
Temas: saúde eua ciência
Lisboa, 08 Set (Lusa) - Um comité consultivo do Governo norte- americano está a analisar as consequências da utilização de insulina inalada, criada para ajudar milhões de pessoas com diabetes que controlam o açúcar no sangue através de injecções, foi hoje anunciado.
As principais preocupações deste método de administrar insulina prendem-se com os seus efeitos a longo prazo nos pulmões, bem como a sua eficácia e segurança em fumadores ou portadores de doenças pulmonares, segundo a entidade norte-americana que regula os medicamentos (Food and Drug Administration FDA).
A insulina inalável, chamada Exubera, pode ajudar os diabéticos relutantes em administrar as injecções e está a ser desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer, Sonafi-Aventis e Nektar Therapeutics.
O comité consultivo em Endocrinologia e Medicamentos Metabólicos da FDA vai hoje decidir se recomenda a Exubera para ser aprovada pelo Governo.
Habitualmente, a FDA segue as recomendações dos seus comités de aconselhamento, mas não é obrigada a fazê-lo.
Durante os testes ao novo método, os cientistas concluíram que a insulina inalável é geralmente tão eficaz a controlar os níveis de açúcar como a injectável.
Contudo, alguns doentes que inalaram a insulina apresentaram queixas de tosse e uma pequena diminuição na capacidade de respirar.
Estima-se que nos Estados Unidos mais de 18 milhões de pessoas sofrem de diabetes, maioritariamente do Tipo 2.
Este Tipo tem uma relação directa com a obesidade que ocorre quando o corpo não consegue usar eficazmente a insulina que produz e, por vezes, pode ser tratado com comprimidos em vez de injecções.
Menos de 10 por cento dos diabéticos tem Tipo 1, uma desordem na qual o sistema imune ataca as células que produzem a insulina no pâncreas.
A insulina inalável poderá ser utilizada para controlar os níveis de açúcar para pessoas de ambos dos tipos que necessitem de administrar injecções antes das refeições.
Contudo, não substitui as injecções de insulina de longa- duração que doentes com Tipo 1 que precisam de as administrar de manhã e à noite.
MCL.
Lusa/Fim
Temas: saúde eua ciência
Lisboa, 08 Set (Lusa) - Um comité consultivo do Governo norte- americano está a analisar as consequências da utilização de insulina inalada, criada para ajudar milhões de pessoas com diabetes que controlam o açúcar no sangue através de injecções, foi hoje anunciado.
As principais preocupações deste método de administrar insulina prendem-se com os seus efeitos a longo prazo nos pulmões, bem como a sua eficácia e segurança em fumadores ou portadores de doenças pulmonares, segundo a entidade norte-americana que regula os medicamentos (Food and Drug Administration FDA).
A insulina inalável, chamada Exubera, pode ajudar os diabéticos relutantes em administrar as injecções e está a ser desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer, Sonafi-Aventis e Nektar Therapeutics.
O comité consultivo em Endocrinologia e Medicamentos Metabólicos da FDA vai hoje decidir se recomenda a Exubera para ser aprovada pelo Governo.
Habitualmente, a FDA segue as recomendações dos seus comités de aconselhamento, mas não é obrigada a fazê-lo.
Durante os testes ao novo método, os cientistas concluíram que a insulina inalável é geralmente tão eficaz a controlar os níveis de açúcar como a injectável.
Contudo, alguns doentes que inalaram a insulina apresentaram queixas de tosse e uma pequena diminuição na capacidade de respirar.
Estima-se que nos Estados Unidos mais de 18 milhões de pessoas sofrem de diabetes, maioritariamente do Tipo 2.
Este Tipo tem uma relação directa com a obesidade que ocorre quando o corpo não consegue usar eficazmente a insulina que produz e, por vezes, pode ser tratado com comprimidos em vez de injecções.
Menos de 10 por cento dos diabéticos tem Tipo 1, uma desordem na qual o sistema imune ataca as células que produzem a insulina no pâncreas.
A insulina inalável poderá ser utilizada para controlar os níveis de açúcar para pessoas de ambos dos tipos que necessitem de administrar injecções antes das refeições.
Contudo, não substitui as injecções de insulina de longa- duração que doentes com Tipo 1 que precisam de as administrar de manhã e à noite.
MCL.
Lusa/Fim
Esta notícia já foi consultada 4373 vezes






