
Um jovem com paralisia cerebral, doutorado em electrónica e computação, criou um software especial que permite que um deficiente que tenha dificuldade em se comunicar se possa fazer entender.
Lançado, esta quinta-feira, no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o Easy Voice – Atendimento Sem Barreiras vai ficar instalado no serviço de passaportes do Governo Civil de Faro e permitirá a síntese da voz para pessoas com este tipo de deficiência.
Este sistema criado por Paulo Condado, de 30 anos, e já elogiado em revistas científicas, permitirá também fazer chamadas telefónicas através do Skype.
A governadora civil de Faro espera que haja vontade para este «projecto pioneiro» alargá-lo a outros serviços em todo o país e que «as pessoas abram as portas, corações e mentes porque esta gente precisa de nós».
«É uma infraestrutura extraordinária para que pessoas com este tipo de deficiência e com estes problemas tenham um maior facilidade de contacto com os serviços públicos e espero que naturalmente esta ferramenta seja adoptada», acrescentou Isilda Gomes.
A propósito deste dia, a deputada Teresa Caeiro questionou-se sobre o número de pessoas com deficiência que foram contratadas pelo Estado, autarquias e empresas ao abrigo de um diploma de 2001 que «prevê uma quota para pessoas com deficiência sempre que sejam abertos concursos».
«Enviámos para todos os ministérios, autarquias do país esta pergunta. Vamos aguardar dentro do tempo regimental para saber. Desconfio que sejam muito poucas e desconfio que nem todas as entidades respondam», acrescentou a parlamentar do CDS-PP.
Lançado, esta quinta-feira, no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o Easy Voice – Atendimento Sem Barreiras vai ficar instalado no serviço de passaportes do Governo Civil de Faro e permitirá a síntese da voz para pessoas com este tipo de deficiência.
Este sistema criado por Paulo Condado, de 30 anos, e já elogiado em revistas científicas, permitirá também fazer chamadas telefónicas através do Skype.
A governadora civil de Faro espera que haja vontade para este «projecto pioneiro» alargá-lo a outros serviços em todo o país e que «as pessoas abram as portas, corações e mentes porque esta gente precisa de nós».
«É uma infraestrutura extraordinária para que pessoas com este tipo de deficiência e com estes problemas tenham um maior facilidade de contacto com os serviços públicos e espero que naturalmente esta ferramenta seja adoptada», acrescentou Isilda Gomes.
A propósito deste dia, a deputada Teresa Caeiro questionou-se sobre o número de pessoas com deficiência que foram contratadas pelo Estado, autarquias e empresas ao abrigo de um diploma de 2001 que «prevê uma quota para pessoas com deficiência sempre que sejam abertos concursos».
«Enviámos para todos os ministérios, autarquias do país esta pergunta. Vamos aguardar dentro do tempo regimental para saber. Desconfio que sejam muito poucas e desconfio que nem todas as entidades respondam», acrescentou a parlamentar do CDS-PP.
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