
As crianças que frequentam a Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães ficaram, ontem, mais felizes, por poderem manusear com facilidade brinquedos como um notebook ou um boneco do Noddy falante, depois de terem sido adaptados pelos estudantes de Electrónica Industrial da Universidade do Minho (UM).
O projecto foi densenvolvido pelo quinto ano consecutivo, numa parceria do Grupo de Automação e Robótica (GAR) da UM e o portalajudas.pt, numa óptica de responsabilidade social, que aproveita os brinquedos cedidos pela ‘Concentra’ para os adaptar e oferecer às crianças com défice cognitivo ou motor.
“Este é um projecto em que os alunos de Electrónica Industrial gostam de participar. Estão sempre dispostos para colaborar, por alguns dias trabalham na reparação e adaptação de brinquedos, tornando possível que uma criança, com pouca mobilidade, possa brincar com eles”, comentou Fernando Ribeiro, o responsável pelo GAR da UM.
Tecnicamente, os alunos colocaram um interruptor externo grande para que as crianças, através de um só toque nesse di spositivo - género ‘rato de computador’, ponham a funcionar o brinquedo.
Este é mais um projecto que, no entendimento do professor Fernando Ribeiro, mostra bem que a “Universidade só faz sentido, quando a ciência é útil à sociedade”.
João Silva, de 23 anos, foi um dos alunos de Electrónica Industrial que participou na iniciativa, juntamente com mais 12 colegas.
“Foi muito gratificante para nós podermos integrar este projecto e ajudarmos com o nosso know how para que estas crianças possam também brincar com brinquedos de que gostam”, garantiu, em declarações à reportagem do ‘Correio do Minho’. Uma dessas crianças foi Ana Beatriz, de três anos, que ganhou, ontem, um ‘Noddy’ falante e que não o largou mais desde que o recebeu.
“Acho que este projecto é muito importante e devia haver até mais empresas a fabricar estes projectos, pois é muito difícil encontrar no mercado brinquedos adaptados para crianças como a minha filha com que possam brincar com facilidade”, comentou a mãe, Ellen Vaz.
Por: Marta Caldeira
O projecto foi densenvolvido pelo quinto ano consecutivo, numa parceria do Grupo de Automação e Robótica (GAR) da UM e o portalajudas.pt, numa óptica de responsabilidade social, que aproveita os brinquedos cedidos pela ‘Concentra’ para os adaptar e oferecer às crianças com défice cognitivo ou motor.
“Este é um projecto em que os alunos de Electrónica Industrial gostam de participar. Estão sempre dispostos para colaborar, por alguns dias trabalham na reparação e adaptação de brinquedos, tornando possível que uma criança, com pouca mobilidade, possa brincar com eles”, comentou Fernando Ribeiro, o responsável pelo GAR da UM.
Tecnicamente, os alunos colocaram um interruptor externo grande para que as crianças, através de um só toque nesse di spositivo - género ‘rato de computador’, ponham a funcionar o brinquedo.
Este é mais um projecto que, no entendimento do professor Fernando Ribeiro, mostra bem que a “Universidade só faz sentido, quando a ciência é útil à sociedade”.
João Silva, de 23 anos, foi um dos alunos de Electrónica Industrial que participou na iniciativa, juntamente com mais 12 colegas.
“Foi muito gratificante para nós podermos integrar este projecto e ajudarmos com o nosso know how para que estas crianças possam também brincar com brinquedos de que gostam”, garantiu, em declarações à reportagem do ‘Correio do Minho’. Uma dessas crianças foi Ana Beatriz, de três anos, que ganhou, ontem, um ‘Noddy’ falante e que não o largou mais desde que o recebeu.
“Acho que este projecto é muito importante e devia haver até mais empresas a fabricar estes projectos, pois é muito difícil encontrar no mercado brinquedos adaptados para crianças como a minha filha com que possam brincar com facilidade”, comentou a mãe, Ellen Vaz.
Por: Marta Caldeira
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