Informar é cuidar. Assim, dia 31 de Março, quarta-feira, a Associação Portuguesa de Doentes da Próstata (APDPróstata) irá promover, em Braga, uma campanha de rastreio e uma sessão de esclarecimento para sensibilizar os cidadãos para o cancro da próstata e informar sobre formas de prevenção. Em Portugal, a patologia é diagnosticada a 10% dos homens com mais de 50 anos.
A campanha de rastreios, que iniciará a acção da APDPróstata, em Braga, terá sensivelmente a duração de uma hora, e começará a partir das 18h00. Os interessados farão um simples teste PSA, para o qual é necessária apenas uma simples picada no dedo.
Os resultados do teste PSA serão entregues no final da Sessão de Esclarecimento, que começará às 19h00. A sessão é dedicada ao cancro da próstata e terá a participação de médicos urologistas do Serviço de Urologia do Hospital de S.Marcos que estarão disponíveis para elucidar sobre dúvidas apresentadas pelos presentes.
A iniciativa, que tem o apoio da Câmara Municipal de Braga e da AstraZeneca, é gratuita e não necessita de pré-inscrição. Decorrerá até às 20h00 na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, na Praça do Município.
O cancro da próstata é a segunda causa de morte entre os homens na Europa e nos EUA. Os sintomas revelam-se numa fase muito avançada, já quase sem hipótese de cura. Deste modo, os promotores da iniciativa consideram essencial informar que só mediante um diagnóstico atempado é possível tratar com eficácia.
Cancro da próstata – Os números não mentem…
4.000
Em Portugal, o cancro da próstata é o tipo de cancro mais frequente no homem - existem aproximadamente 4.000 casos novos por ano
1.800
O cancro da próstata causa aproximadamente 1.800 mortes por ano
10%
O cancro da próstata é responsável por cerca de 10% da mortalidade por cancro
1 em 6
Estima-se que 1 em cada 6 homens terá diagnóstico de cancro da próstata ao longo da sua vida...
1 em 35
... mas só 1 em cada 35 virá a falecer desta doença
100%
Com os dados actuais e considerando todos os casos de cancro da próstata, estima-se que a sobrevivência ao fim de cinco anos após o diagnóstico é de quase 100%...
Esta notícia já foi consultada 2024 vezes






