Ecrã que permite o surgimento de pontos para a leitura seria a solução para a compreensão de imagens web.
Investigadores de acessibilidade digital da Universidade Estado da Carolina do Norte (EUA) estão próximos de desenvolver um sistema display que permitirá aos deficientes visuais aproveitarem ao máximo a internet e os computadores.
Os displays electrônicos de Braille actuais mostram apenas uma linha de texto de cada vez, e são extremamente caros, diz o blog Boffin Watch do site The Inquirer.
Entretanto, Neil Di Spigna, um assistente de pesquisas e professor da Universidade do Estado da Carolina do Norte e a sua equipa estão a trabalhar para criar um display de Braille de página inteira e actualizável.
O ecrã traduziria imagens em displays tácteis, ou, no termo mais correcto, de resposta háptica, mapeando os pixels de uma imagem e representando-os como pontos em alto relevo.
O plano de Spigna é utilizar um mecanismo hidraulico e de fecho, feito de um polímero electroactivo bastante elástico e de baixo custo. Isso permitiria aos pontos serem “levantados” a uma altura ideal para serem lidos. Após os pontos saltarem no ecrã, um mecanismo de fecho suportaria a pressão do dedo humano durante a leitura dos pontos. O material também tem resposta rápida, permitindo ao leitor acompanhar a página de um site ou documento em poucos minutos.
Tentativas de desenvolver ecrãs em Braille não são novidade, embora ainda não haja resultados práticos ou viáveis comercialmente. Há pesquisas que estão a ser desenvolvidas, não só nos Estados Unidos como também, na Finlândia e no Japão. A Nokia, que é Finlandesa, e a coreana Samsung já haviam apresentado antes telemóveis que traduzem mensagens SMS para Braille.
A tecnologia, entretanto, está longe de ser bem vista pelos próprios deficientes visuais. A Geek perguntou a oito portadores de alguma deficiência visual se usariam o sistema Braille para ler mensagens e textos, e a resposta de seis deles, quase unânime, foi a de que os programas sonoros que lêm o texto em voz alta são mais produtivos do que os sistemas táctis. Os outros dois não souberam opinar. Nenhum dos oito entrevistados experimentou, pessoalmente, algum sistema em Braille, opinando apenas com base na sua experiência pessoal com programas leitores de ecrã.
Investigadores de acessibilidade digital da Universidade Estado da Carolina do Norte (EUA) estão próximos de desenvolver um sistema display que permitirá aos deficientes visuais aproveitarem ao máximo a internet e os computadores.
Os displays electrônicos de Braille actuais mostram apenas uma linha de texto de cada vez, e são extremamente caros, diz o blog Boffin Watch do site The Inquirer.
Entretanto, Neil Di Spigna, um assistente de pesquisas e professor da Universidade do Estado da Carolina do Norte e a sua equipa estão a trabalhar para criar um display de Braille de página inteira e actualizável.
O ecrã traduziria imagens em displays tácteis, ou, no termo mais correcto, de resposta háptica, mapeando os pixels de uma imagem e representando-os como pontos em alto relevo.
O plano de Spigna é utilizar um mecanismo hidraulico e de fecho, feito de um polímero electroactivo bastante elástico e de baixo custo. Isso permitiria aos pontos serem “levantados” a uma altura ideal para serem lidos. Após os pontos saltarem no ecrã, um mecanismo de fecho suportaria a pressão do dedo humano durante a leitura dos pontos. O material também tem resposta rápida, permitindo ao leitor acompanhar a página de um site ou documento em poucos minutos.
Tentativas de desenvolver ecrãs em Braille não são novidade, embora ainda não haja resultados práticos ou viáveis comercialmente. Há pesquisas que estão a ser desenvolvidas, não só nos Estados Unidos como também, na Finlândia e no Japão. A Nokia, que é Finlandesa, e a coreana Samsung já haviam apresentado antes telemóveis que traduzem mensagens SMS para Braille.
A tecnologia, entretanto, está longe de ser bem vista pelos próprios deficientes visuais. A Geek perguntou a oito portadores de alguma deficiência visual se usariam o sistema Braille para ler mensagens e textos, e a resposta de seis deles, quase unânime, foi a de que os programas sonoros que lêm o texto em voz alta são mais produtivos do que os sistemas táctis. Os outros dois não souberam opinar. Nenhum dos oito entrevistados experimentou, pessoalmente, algum sistema em Braille, opinando apenas com base na sua experiência pessoal com programas leitores de ecrã.
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