O termo deficiência (incapacidade) quer dizer uma falta de habilidade nalgum ramo específico, mas não quer dizer que a criança seja uma pessoa sem capacidades. Segundo proclamou, em 1959, a Assembleia Geral das Nações Unidas, brincar é um direito da infância e os adultos têm que zelar pelo seu cumprimento por todas e cada uma das crianças, mesmo que nalgumas situações hajam sérias dificuldades no desenvolvimento desta actividade.
Em determinadas ocasiões as crianças que padecem de algum tipo de deficiência podem utilizar os brinquedos tal como são comercializados, mas noutras situações a acessibilidade dos materiais lúdicos para este tipo de crianças é reduzida ou nula. Quando determinado brinquedo não pode ser utilizado por crianças com necessidades especiais específicas, tal como é comercializado, por vezes é passível de ser modificado, alterando os seus objectivos ou realizando algumas modificações estruturais que permitam um maior aproveitamento do brinquedo. Estas adaptações podem ser muito simples ou requerer a intervenção de especialistas da área (por exemplo, traduzir os efeitos sonoros de um brinquedo em efeitos visuais).
Existem diversos tipos de deficiência (motora, intelectual, sensorial, etc) e com muitos diferentes níveis de afectação. Esta diversidade gera uma grande dificuldade no momento de conjecturar avaliações ou directrizes globais relacionados com a selecção e adaptação de brinquedos para estas crianças.
Conselhos para brincar com o seu filho com deficiência:
1- Para o desenvolvimento de brinquedos para crianças com deficiência é de vital importância que o seu desenho seja "para todos", de forma que crianças com e sem deficiência possam utilizar os mesmos brinquedos em condições similares. Desta maneira é possível unificar o processo integrador das crianças com deficiência nas brincadeiras de crianças sem deficiência, e reduzir a diferenciação entre crianças com e sem deficiência.
2- É importante eleger brinquedos versáteis que permitam várias formas de interacção e aos quais se lhes possam alterar as regras. Deste modo, será mais fácil adaptar a proposta lúdica do brinquedo às circunstâncias de cada caso.
3- Os materiais dos brinquedos utilizados por crianças mais velhas devem estar adequados à sua idade mesmo que estas se encontrem numa fase de desenvolvimento anterior. Por exemplo, se proporcionarmos um centro de actividades de manipulação a uma criança de 10 anos com deficiência motora, temos que as adaptar ao seu tamanho, pois não servirá de nada um centro de actividades dos que habitualmente usam os bebés.
4- É importante conhecer as normas de segurança que regulamentam a fabricação dos brinquedos e assegurarmo-nos que as adaptações efectuadas nos brinquedos não irão comprometer a sua segurança. Por isso é importante consultar sempre um especialista.
5- É imprescindível consultar um pediatra ou especialista médico correspondente, no caso da criança estar inserida nalgum programa de reabilitação, visto que este tipo de profissionais poderá ajudar na avaliação da adequação de cada adaptação ou proposta de brinquedo à problemática de cada criança.
6- Por vezes, crianças que padecem de algum tipo de deficiência têm ritmos de aprendizagem diferentes das outras crianças, por isso é importante questionar e adaptar as indicações de idade referentes aos brinquedos.
Em determinadas ocasiões as crianças que padecem de algum tipo de deficiência podem utilizar os brinquedos tal como são comercializados, mas noutras situações a acessibilidade dos materiais lúdicos para este tipo de crianças é reduzida ou nula. Quando determinado brinquedo não pode ser utilizado por crianças com necessidades especiais específicas, tal como é comercializado, por vezes é passível de ser modificado, alterando os seus objectivos ou realizando algumas modificações estruturais que permitam um maior aproveitamento do brinquedo. Estas adaptações podem ser muito simples ou requerer a intervenção de especialistas da área (por exemplo, traduzir os efeitos sonoros de um brinquedo em efeitos visuais).
Existem diversos tipos de deficiência (motora, intelectual, sensorial, etc) e com muitos diferentes níveis de afectação. Esta diversidade gera uma grande dificuldade no momento de conjecturar avaliações ou directrizes globais relacionados com a selecção e adaptação de brinquedos para estas crianças.
Conselhos para brincar com o seu filho com deficiência:
1- Para o desenvolvimento de brinquedos para crianças com deficiência é de vital importância que o seu desenho seja "para todos", de forma que crianças com e sem deficiência possam utilizar os mesmos brinquedos em condições similares. Desta maneira é possível unificar o processo integrador das crianças com deficiência nas brincadeiras de crianças sem deficiência, e reduzir a diferenciação entre crianças com e sem deficiência.
2- É importante eleger brinquedos versáteis que permitam várias formas de interacção e aos quais se lhes possam alterar as regras. Deste modo, será mais fácil adaptar a proposta lúdica do brinquedo às circunstâncias de cada caso.
3- Os materiais dos brinquedos utilizados por crianças mais velhas devem estar adequados à sua idade mesmo que estas se encontrem numa fase de desenvolvimento anterior. Por exemplo, se proporcionarmos um centro de actividades de manipulação a uma criança de 10 anos com deficiência motora, temos que as adaptar ao seu tamanho, pois não servirá de nada um centro de actividades dos que habitualmente usam os bebés.
4- É importante conhecer as normas de segurança que regulamentam a fabricação dos brinquedos e assegurarmo-nos que as adaptações efectuadas nos brinquedos não irão comprometer a sua segurança. Por isso é importante consultar sempre um especialista.
5- É imprescindível consultar um pediatra ou especialista médico correspondente, no caso da criança estar inserida nalgum programa de reabilitação, visto que este tipo de profissionais poderá ajudar na avaliação da adequação de cada adaptação ou proposta de brinquedo à problemática de cada criança.
6- Por vezes, crianças que padecem de algum tipo de deficiência têm ritmos de aprendizagem diferentes das outras crianças, por isso é importante questionar e adaptar as indicações de idade referentes aos brinquedos.
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