As lojas de brinquedos argentinas estiveram e estão inundadas de mães, pais, tias, avós que pretendem encontrar “o melhor” brinquedo para dar de presente aos pequenos da família. Num mercado onde se produzem objectos de consumo que respondem só aos interesses publicitários do momento, há varias propostas que se afastam do marketing televisivo baseado no hiperconsumo e oferecem algo diferente.
Brinquedos artesanais, únicos, feitos por mãos especialistas; brinquedos pensados para meninas e meninos cegos; brinquedos desenhados por alunos de escolas técnicas para crianças com deficiência; brinquedos inclusivos, não sexistas, pensados para fomentar a não discriminação e iniciativas para banir os brinquedos bélicos e violentos, são algumas das iniciativas que se destacam em diversos pontos da Argentina.
Como escolher? Qual é o que pode surpreender e despertar curiosidade e sorrisos?
Para Beatriz Caba, presidente da Associação Internacional pelo Direito da Criança a Brincar, o brinquedo ideal “é aquele objecto que responde às necessidades e interesses do protagonista da brincadeira”. Num mercado dominado pela publicidade televisiva “pouco se tem em conta as necessidades dos seus destinatários, mas há empreendimentos que se diferenciam nesse sentido. O artesanal voltou em matéria de brinquedos, acompanhado por muita criatividade e consideração pelas necessidades da infância. É-lhes difícil competir com o massivo e industrializado, mas a par com a educação de uma renovada consciência lúdica, vem o poder de eleição e de decisão sobre quais objectos são interessantes para as brincadeiras dos nossos filhos”, disse a especialista.
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Brinquedos artesanais, únicos, feitos por mãos especialistas; brinquedos pensados para meninas e meninos cegos; brinquedos desenhados por alunos de escolas técnicas para crianças com deficiência; brinquedos inclusivos, não sexistas, pensados para fomentar a não discriminação e iniciativas para banir os brinquedos bélicos e violentos, são algumas das iniciativas que se destacam em diversos pontos da Argentina.
Como escolher? Qual é o que pode surpreender e despertar curiosidade e sorrisos?
Para Beatriz Caba, presidente da Associação Internacional pelo Direito da Criança a Brincar, o brinquedo ideal “é aquele objecto que responde às necessidades e interesses do protagonista da brincadeira”. Num mercado dominado pela publicidade televisiva “pouco se tem em conta as necessidades dos seus destinatários, mas há empreendimentos que se diferenciam nesse sentido. O artesanal voltou em matéria de brinquedos, acompanhado por muita criatividade e consideração pelas necessidades da infância. É-lhes difícil competir com o massivo e industrializado, mas a par com a educação de uma renovada consciência lúdica, vem o poder de eleição e de decisão sobre quais objectos são interessantes para as brincadeiras dos nossos filhos”, disse a especialista.
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