Idealmente, a paralisia cerebral deve ser tratada por uma equipa composta por vários especialistas que trabalhem em regime colaborativo, onde sejam traçados objectivos e estratégias de intervenção para cada caso, visando a reabilitação, tendo em conta as várias facetas da condição: motora, cognitiva, social, etc.
O médico ortopedista é parte fundamental desta equipa multidisciplinar e o seu papel no tratamento da paralisia cerebral vai muito além da correcção isolada das deformidades encontradas. É imprescindível conhecer a fisiopatologia da paralisia cerebral e os efeitos periféricos que as várias anormalidades geradas acarretam, principalmente no que diz respeito à espasticidade e às suas consequências progressivas.
Actualmente, as alterações dos movimentos podem ser estudadas de forma minuciosa através da análise laboratorial computadorizada da marcha ou, na sua ausência, através da análise bidimensional, com o objectivo de se conhecerem as reais deformidades e as suas origens.
Com base nos conhecimentos biomecânicos dos movimentos normais e patológicos, o ortopedista está apto para desenhar um plano de tratamento. Assim, no arsenal das medidas terapêuticas possíveis, o ortopedista prescreve as mais indicadas para cada caso particular (órteses, aplicação de toxina botulínica do tipo A (para o tratamento focal da espasticidade), realização de cirurgias, etc). As intervenções devem ser sempre acompanhadas por um cuidadoso e personalizado programa de reabilitação. A constante avaliação dos resultados obtidos também é parte importante para a evolução do processo de recuperação.
O médico ortopedista é parte fundamental desta equipa multidisciplinar e o seu papel no tratamento da paralisia cerebral vai muito além da correcção isolada das deformidades encontradas. É imprescindível conhecer a fisiopatologia da paralisia cerebral e os efeitos periféricos que as várias anormalidades geradas acarretam, principalmente no que diz respeito à espasticidade e às suas consequências progressivas.
Actualmente, as alterações dos movimentos podem ser estudadas de forma minuciosa através da análise laboratorial computadorizada da marcha ou, na sua ausência, através da análise bidimensional, com o objectivo de se conhecerem as reais deformidades e as suas origens.
Com base nos conhecimentos biomecânicos dos movimentos normais e patológicos, o ortopedista está apto para desenhar um plano de tratamento. Assim, no arsenal das medidas terapêuticas possíveis, o ortopedista prescreve as mais indicadas para cada caso particular (órteses, aplicação de toxina botulínica do tipo A (para o tratamento focal da espasticidade), realização de cirurgias, etc). As intervenções devem ser sempre acompanhadas por um cuidadoso e personalizado programa de reabilitação. A constante avaliação dos resultados obtidos também é parte importante para a evolução do processo de recuperação.
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