Segundo a Associação Portuguesa de Deficientes, as perguntas dos Censos 2011 não vão permitir distinguir as pessoas deficientes daquelas que perderam capacidades devido à idade. Também ficam excluídos os deficientes orgânicos como, por exemplo, os doentes oncológicos, renais ou os hemofílicos.
As lacunas deste Censos não vão ainda permitir saber quantos são os deficientes em Portugal, quantos trabalham, que rendimentos ou apoios sociais têm ou quantos vivem em instituições.
“Seriam, certamente, dados fundamentais para qualquer Governo, seja ele qual for, definir políticas e instrumentos que visassem a resolução dos problemas deste grupo social”, afirma Humberto Santos.
A Associação Portuguesa de Deficientes, apesar de ter reunido com o Instituto Nacional de Estatística (INE), protela não ter sido ouvida aquando da elaboração das perguntas do questionário, admitindo ponderar a apresentação de uma queixa junto à Provedoria de Justiça.
As lacunas deste Censos não vão ainda permitir saber quantos são os deficientes em Portugal, quantos trabalham, que rendimentos ou apoios sociais têm ou quantos vivem em instituições.
“Seriam, certamente, dados fundamentais para qualquer Governo, seja ele qual for, definir políticas e instrumentos que visassem a resolução dos problemas deste grupo social”, afirma Humberto Santos.
A Associação Portuguesa de Deficientes, apesar de ter reunido com o Instituto Nacional de Estatística (INE), protela não ter sido ouvida aquando da elaboração das perguntas do questionário, admitindo ponderar a apresentação de uma queixa junto à Provedoria de Justiça.
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