Esta actividade é feita sob a alçada da federação portuguesa da modalidade, que há 16 anos conjuga o desporto regular com o adaptado.
"Este trabalho com o desporto adaptado existe há mais de 15 anos", afirmou o presidente da Federação Portuguesa de Remo (FPR), durante uma demonstração de remo indoor, realizada hoje no âmbito dos Jogos de Portugal para pessoas com deficiência.
António Rascão Marques considera que o "segredo" deste "casamento" entre o desporto adaptado e o regular "é a vontade trabalhar com todos e de mostrar às pessoas que ninguém é incapaz de fazer o que quer que seja".
O presidente da FPR assegura que o "trabalho desenvolvido nos últimos anos tem dado frutos aumentando o número de praticantes".
Apesar de reconhecer que o remo "nunca será uma modalidade de massas, porque tem fatores como o ambiente e o custo do material", António Rascão Marques afirma que "é essencial continuar a trabalhar porque ainda há muito por onde progredir".
O remo é uma modalidade que pode ser praticada por pessoas com deficiências físicas ou intelectuais e, por ser uma modalidade cíclica proporciona, de acordo com o responsável federativo, "boas recuperação físicas e emocionais, mesmo em deficientes mais profundos".
O remo indoor, que hoje esteve em demonstração num espaço comercial da cidade de Coimbra, tem a particularidade de poder ser praticado por pessoas que não tem capacidade física, nem mobilidade para poderem entrar na água.
Para António Rascão Marques é essencial pensar "que a alta competição e a competição são apenas setores de uma modalidade" e "cabe ás federações terem essa perspetiva do desporto inclusivo e para todos".
O remo para deficientes motores integrou o programa paralímpico nos Jogos Pequim2008, nos quais Portugal esteve representado por Filomena Franco.
"Este trabalho com o desporto adaptado existe há mais de 15 anos", afirmou o presidente da Federação Portuguesa de Remo (FPR), durante uma demonstração de remo indoor, realizada hoje no âmbito dos Jogos de Portugal para pessoas com deficiência.
António Rascão Marques considera que o "segredo" deste "casamento" entre o desporto adaptado e o regular "é a vontade trabalhar com todos e de mostrar às pessoas que ninguém é incapaz de fazer o que quer que seja".
O presidente da FPR assegura que o "trabalho desenvolvido nos últimos anos tem dado frutos aumentando o número de praticantes".
Apesar de reconhecer que o remo "nunca será uma modalidade de massas, porque tem fatores como o ambiente e o custo do material", António Rascão Marques afirma que "é essencial continuar a trabalhar porque ainda há muito por onde progredir".
O remo é uma modalidade que pode ser praticada por pessoas com deficiências físicas ou intelectuais e, por ser uma modalidade cíclica proporciona, de acordo com o responsável federativo, "boas recuperação físicas e emocionais, mesmo em deficientes mais profundos".
O remo indoor, que hoje esteve em demonstração num espaço comercial da cidade de Coimbra, tem a particularidade de poder ser praticado por pessoas que não tem capacidade física, nem mobilidade para poderem entrar na água.
Para António Rascão Marques é essencial pensar "que a alta competição e a competição são apenas setores de uma modalidade" e "cabe ás federações terem essa perspetiva do desporto inclusivo e para todos".
O remo para deficientes motores integrou o programa paralímpico nos Jogos Pequim2008, nos quais Portugal esteve representado por Filomena Franco.
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