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Abr
Em declarações à Angop, para fazer uma abordagem sobre o dia-a-dia de um portador de deficiência e a situação desta classe em Angola, Adão António André, fez saber que não é fácil ser portador de deficiência no país, pela forma desumana que certas pessoas tratam os deficientes.

“Nem todos são humanos e nem todos têm aquela educação de que devemos dar uma atenção especial aos deficientes físicos, visuais, idosos e crianças. Mesmo ao pegar táxi, porque os cobradores inventam sempre desculpa de que não há lugar. De tanto passar por situações discriminatórias, fui compreendendo que as pessoas são diferentes”, disse.

Adão António André entende ser altura da sociedade olhar para os portadores com deficiência como pessoas no verdadeiro sentido da palavra, porque a deficiência é algo que pode ser adquirida a qualquer momento.

Adão António André diz estar preocupado com os portadores de deficiência que ficam nas pontes e ruas de Luanda a pedir esmolas, entendendo ser necessário aumentar os esforços tanto do Executivo como da sociedade no acolhimento desta franja da sociedade.
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